O olho de vidro e a aposta

É uma pequena história, contava-se de um homem que tinha um olho de vidro. Uma vez apostou em como era capaz de dar uma dentada no olho. Dar uma dentada no olho? Apostaram, apostaram. Vai ele, levanta assim, tira o olho de vidro e truz dá uma dentada. Ganhou a aposta. Volta a pôr com a sua calma o olho no lugar.

Bem, mas mais difícil ainda, agora aposto em como sou capaz de dar uma dentada no outro olho. O primeiro raciocínio da outra pessoa é “Não pode ter os dois olhos de vidro”. Apostou. O que é que ele faz? Tira a placa e dá uma dentada no outro olho. Ah, ah, ah, ah, aqui é que tem a piada toda. A pessoa era levada imediatamente a este raciocínio simples de que não pode ter dois olhos de vidro. Pois é, mas pode ter uma placa postiça, ah, ah, ah!


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O olho de vidro e a aposta

N120-1, 7520 Sines, Portugal

Recolha
António, Sines, 2017
Local e data reportados
Sines, saída para Estrada do Cercal, depois do atual Edifício Técnico da CMS Anos 50, séc. XX
Categoria
Terra e Mar
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